
Muitas vezes começam através de pequenos sinais.
Que se apresentando de maneira sutil:
• Sonhos reveladores
• Intuições
• Pressentimentos
• Entre outros
Então surge a oportunidade de ir a um terreiro.
E lá, a pessoa desperta na mediunidade sente a energia.
O coração acelera no ritmo do toque dos atabaques.
Os pontos cantados chamam a cantar, bater palmas.
Uma mistura de sensações, a emoção toma conta.
O corpo treme, as mãos começam a suar ou gelar.
Dá uma vontade iregistovel de sair dançando.
Sente uma atração inexplicável, mistura de leveza, mistério e magia.
E começa a se questionar, num desejo de saber mais.
De fazer parte daquilo.
Mas vem o medo, preconceito.
E coisas começam a passar em sua cabeça:
• Minha família não vai aceitar.
• Meus "amigos" vão me chamar de macumbeiro.
• Vou sofrer preconceito e julgamento.
E o novo médium entra em conflito com seu desejo de iniciar na Umbanda.
Mas aqui tem uma questão importante a pontuar.
Quando a pessoa é médium, e não houve o chamado da espiritualidade.
Não tem jeito, cedo ou tarde irá vestir o branco e começar sua missão.
Não precisa ter medo, nem se preocupar com julgamentos.
O fato é que historicamente boa parcela dos médiuns das correntes de hoje, já passaram por isso.
E querem saber, a espiritualidade age neste processo.
A aceitação vem, as coisas acontecem naturalmente e no fim das contas acaba tudo bem.
Então médium desperto, não tenha medo de pertencer a Umbanda.
Ser umbandista, é realizar uma linda missão de caridade.
É uma um acolhimento de amor e aprendizado.
Um despertar divino na jornada de sua evolução espiritual.
Um caminho de descobertas e reforma de si mesmo.
Se tornar melhor, aprender a humildade, a união.
O pertencimento a uma nova família de irmãos.
É praticar o bem, a caridade e assistir as graças daqueles que buscam.
Nada é mais gratificante do que encontrar paz, compreensão e equilíbrio.
Não espere mais, ouça o chamado e venha iniciar sua evolução.
(Autor: Pai Jonathas de Ogum∴)